organon

 

 

“Até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais”. Esse é um dos itens que fazem parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Para contribuir com esse compromisso, a Organon, farmacêutica global focada em saúde feminina, acaba de fechar parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Ao longo de 18 meses, as instituições vão desenvolver três estudos que, além da ampliação do debate qualificado, promovem o fortalecimento de políticas e iniciativas de promoção da saúde sexual e reprodutiva. O resultado das pesquisas será publicado em uma cartilha que identificará os progressos e desafios em relação ao cumprimento dos compromissos firmados na Agenda 2030. O conteúdo, com base em informações técnicas e atualizadas, será utilizado para informar gestores e tomadores de decisão. A parceria inclui também uma série de webinários para discutir os temas centrais, possibilitando uma compreensão aprofundada de aspectos ainda pouco abordados.

O projeto é focado nos seguintes estudos: "Saúde Sexual e Reprodutiva sob a ótica dos ODS”, que se propõe a investigar as metas relacionadas à saúde sexual e reprodutiva, autonomia e dignidade corporal; "Saúde das Mulheres e direitos reprodutivos no âmbito da reprodução assistida ", que vai realizar uma análise de marcos, progressos e desafios neste campo no Brasil; e " Saúde e diversidade: população LGBTQIA+ e acesso a direitos e serviços de saúde”, que pretende realizar um mapeamento de diretrizes, marcos e serviços existentes, com ênfase na população trans.

Para a Organon, contribuir com a sensibilização sobre questões da saúde feminina é estratégico. “Nascemos com a ambição de promover um dia a dia melhor e mais saudável para todas as mulheres. Por meio desta parceria será possível recomendar políticas públicas no campo dos direitos e da saúde sexual e reprodutiva, impactando milhões de mulheres no Brasil, ‘sem deixar ninguém para trás’, conforme o lema da Agenda 2030”, afirma Ricardo Lourenço, presidente da Organon.

De acordo com o IBGE, o Brasil tem hoje mais de 55 milhões de mulheres em idade reprodutiva, mas grande parte não tem acesso a informações de qualidade, a serviços de saúde sexual e reprodutiva e a métodos contraceptivos modernos que lhes permitam planejar a vida reprodutiva.

A representante do UNFPA Brasil, a Sra. Astrid Bant, destaca que "o UNFPA busca catalisar e acelerar resultados transformadores por meio de parcerias estratégicas. No Brasil e no mundo, essas parcerias contribuem com o alcance de zero necessidades insatisfeitas de contracepção, zero mortes maternas evitáveis e zero situações de violência e práticas nocivas contra mulheres e meninas”.